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LEITURA DO SETOR
O processo posterior à injeção também define custo e espaço.
Secagem, hidratação, movimentação e embalagem precisam ser avaliadas como um fluxo contínuo.
SAÍDA DA INJETORA
Embalagem próxima do processo
A peça pode seguir para inserção manual ou automática e selagem.
HIDRATAÇÃO
Volume controlado dentro da embalagem
O Framework prevê aplicação para Nylon 6, Nylon 66 e poliamida.
OPERAÇÃO
EPI, MRO e ferramentas
A disponibilidade de itens internos também influencia a produtividade da planta.
DUAS PLATAFORMAS, PAPÉIS DIFERENTES
A solução parte da dor do setor — não da máquina.
A aderência de Packing e Autosserviço é apresentada separadamente para deixar claro onde cada plataforma produz mais valor.
PACKING
Embalagem integrada e hidratação controlada.
A arquitetura pode ligar a saída da injetora à inserção, impressão, hidratação e selagem.
- Automação de embalagem
- Inserção de peças
- Hidratação controlada
- Esteiras de processo
AUTOSSERVIÇO
Materiais disponíveis no ponto de uso.
EPI, MRO e ferramentas podem ser distribuídos e rastreados por diferentes equipamentos.
- Gestão de EPI
- Gestão de MRO
- Gestão de ferramentas
- Pontos descentralizados
ONDE O RESULTADO APARECE
Dois fluxos para eliminar movimentações desnecessárias.
O diagnóstico deve seguir a peça desde a injetora até o estoque.
HIDRATAÇÃO
Inserir água durante a embalagem.
DOR OPERACIONAL
Tanques, tempo de imersão e movimentação ocupam espaço e recursos fora da produção direta.
RESPOSTA INO
Avaliar a inserção controlada de água antes da selagem da peça.
COMO COMPROVAR
- Tempo total
- Área ocupada
- Movimentações
- Consumo de água
AUTOSSERVIÇO
Levar consumíveis até a operação.
DOR OPERACIONAL
Retiradas distantes e estoque paralelo reduzem a disponibilidade da equipe.
RESPOSTA INO
Distribuir pontos de EPI e MRO conectados ao SmartLog.
COMO COMPROVAR
- Tempo por retirada
- Consumo por área
- Rupturas
- Estoque paralelo
ANTES DE ESCOLHER O EQUIPAMENTO
Compare o processo completo antes e depois da embalagem.
O diagnóstico transforma percepções em uma linha de base objetiva para comparar o antes e o depois.
- Tempo entre injeção e embalagem
- Movimentações manuais
- Peças por hora
- Área de hidratação
- Volume de água
- Consumo de EPI e MRO
ARQUITETURA INO
Comece pela característica da peça.
PACKING
Embalagens com hidratação
Inserção controlada de água antes da selagem.
PACKING
Automação de embalagem
Integração de impressão, inserção e selagem.
AUTOSSERVIÇO
Gestão de MRO
Consumíveis próximos da operação.
AFTERMARKET E REPOSIÇÃO
Produtos priorizados para o contexto de setor automotivo.
Não atribuímos um percentual padrão à máquina. Em cada cenário, definimos a dor, a resposta técnica e os indicadores que precisam mudar para comprovar o ganho.
SD100
Solução para gestão, armazenagem e dispensação automática de EPI, com atendimento 24/7, relatórios e rastreabilidade.
ML
Locker para gestão, armazenagem e dispensação de itens com variações de tamanhos e formas, com diferentes configurações de reservatórios.
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+55 (19) 99140-5345
Dúvidas Frequentes
Quais materiais aparecem na aplicação de hidratação?
Nylon 6, Nylon 66 e poliamida, conforme o Framework.
A água é inserida antes da selagem?
Sim. O volume controlado é inserido durante a embalagem e a peça permanece em ambiente umidificado após a selagem.
A peça pode sair da injetora para a embalagem?
O Framework descreve essa possibilidade com inserção manual ou automática, sujeita à validação do processo.
O processo elimina sempre a hidratação em tanque?
Não se deve presumir. Material, geometria e requisito técnico precisam ser validados.



